terça-feira, 29 de agosto de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
14 de Fevereiro - Dia dos Namorados, dos Afectos e Não Só
Nestes
dias que antecedem o Dia de São Valentim, o tão famoso 14 de
Fevereiro, em que corações e ursinhos de peluche espreitam em cada
montra, muitas pessoas pensam e repensam a sua vida amorosa.
Apesar
de sabermos de todo o propósito comercial da data, é impossível
não reparar... é como se fosse um lembrete, um gatilho para a
pergunta:
"Mas
afinal como anda a minha vida amorosa?"; "Como está a
minha vida amorosa AGORA?"
E,
logo de seguida, outras questões vão surgindo na nossa mente:
"Estou
como gostaria de estar?"
"Sinto-me
feliz com o meu relacionamento?" ou mesmo
"Sinto-me
mesmo muito bem sozinho?"
Se
sim, óptimo!!
As
coisas complicam-se um pouco mais é quando as respostas a estas
perguntas são um redondo NÃO...
-
NÃO! Não me sinto bem no meu relacionamento. Acho que estamos a
perder a cumplicidade que nos unia... mas sabe como é... o
trabalho... os filhos, as rotinas..."
-
NÃO! Estou farto de estar sozinho! Sinto falta de alguém ao meu
lado... quero ter vontade de voltar para casa ao fim do dia... de
saber que "aquela" pessoa também vai estar ansiosa por me
ver. Tal como eu vou estar..."
-
NÃO! Tenho imenso azar no amor. Parece que atraio sempre o mesmo
tipo de pessoa. tenho cá uma pontaria!"
-
NÃO! Não sei o que se passa comigo... no inicio tudo corre bem, mas
depois as pessoas vão perdendo o interesse por mim e, simplesmente,
deixam de dar notícias!
Responda
então agora a estas questões:
-
O que estou a fazer para melhorar a minha vida amorosa? Está a
resultar?
Se
sim, óptimo, mais uma vez!
Se
a resposta for não:
-
O que posso fazer para melhorar a minha situação? Para ter o tipo
de relacionamento que sempre sonhei ter?
Acredito
mesmo que todos podemos ter uma vida amorosa feliz. Até mesmo quem
não quer ter relacionamento algum! O mais importante é sentir-se
bem consigo mesmo. O resto virá por acréscimo. Já pensou nisso?
Feliz dia dos Namorados!!!
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
The Psychological Effect
Inesperadamente surgem oportunidades.
Inesperadamente, coisas boas acontecem.
Por vezes precisamos estar muito atentos, de continuar a procurar, de agir como se o improvável e o impossível não existissem.
Julgo que esse é o verdadeiro segredo.
Nao porque as coisas caiam do céu, mas sim porque estaremos com os sentidos mais despertos a situações que nos podem beneficiar de algum modo.
Foi, a partir de um sonho, que surgiu o projecto "The Psychological Effect". Que foi crescendo, naturalmente.
Claro que existiram duvidas, receio... Mas se não arriscarmos, nunca saberemos.
Afinal... Não existe fracasso, apenas feedback!
O que começou como um blogue e uma pagina de facebook transformou-se numa empresa com duas áreas de actuação: uma clinica de desenvolvimento pessoal e saúde mental e um centro de desenvolvimento empresarial, ligado ao marketing,consultoria, eventos e formação.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Vantagens de definir objectivos
O inconsciente começa a trabalhar automaticamente após ter a imagem do que queremos;
Como sabemos o que queremos podemos agir mais rapidamente;
O trabalho torna-se mais divertido porque estamos mais motivados;
Tornamo-nos mais atentos a oportunidades que nos ajudem a atingir os objectivos.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
O amor
O amor é um dos sentimentos principais na nossa vida. Quem nunca sofreu por amor?
Lá está...só quando alcançamos alguma maturidade percebemos que não se sofre por amor. Só se quisermos. O amor deve ser alegre, deve ser bom, deve ser livre de preocupações e receios. Assim é o verdadeiro amor. Tudo o resto é pura ilusão. Se nos fazem sofrer e o aceitamos tranquilamente, isso só pode significar que não gostamos de nos, que não sentimos amor por aquela que é a pessoa mais importante. Só quando nos aceitarmos tal e qual como somos poderemos amar plenamente outra pessoa e aceitar o amor tal como ele deve ser: uma dadiva mutua de felicidade!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Porque será que temos mais pensamentos negativos que positivos ao longo do dia?
Porque será que as pessoas têm medo de dizer que se sentem bem aos outros e a si próprias?
Porque acreditam que o "pensamento negativo da outra pessoa, a inveja da sua sorte", possam ser prejudiciais. Mas não pensam que os próprios pensamentos negativos e o medo possam ser bem piores para as suas vidas. Nós acabamos por acreditar no que pensamos com muita frequência.
E sim, o pensamento tem muito poder. O nosso principalmente. O dos outros: só se acreditarmos que nos pode fazer mal.
Conclusão. O nosso pensamento vence sempre (quer seja bom ou mau).
Porque será que as pessoas têm medo de dizer que se sentem bem aos outros e a si próprias?
Porque acreditam que o "pensamento negativo da outra pessoa, a inveja da sua sorte", possam ser prejudiciais. Mas não pensam que os próprios pensamentos negativos e o medo possam ser bem piores para as suas vidas. Nós acabamos por acreditar no que pensamos com muita frequência.
E sim, o pensamento tem muito poder. O nosso principalmente. O dos outros: só se acreditarmos que nos pode fazer mal.
Conclusão. O nosso pensamento vence sempre (quer seja bom ou mau).
quarta-feira, 19 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Quem vem e atravessa o Rio ...
Penso neste blogue como um instrumento para a vida.
Utilizo-o para expressar, na maioria das vezes a gratidão que sinto, apesar dos problemas que todos temos.
Recomendo aos meus pacientes que escrevam um diário de gratidão, que se foquem nas coisas boas e positivas que aconteceram durante o dia, por mais insignificantes que pareçam. Ao fim de uma semana, reler esse diário produz, na maior parte das vezes, alívio imediato.
Neste post quero partilhar a gratidão imensa que sinto por poder apreciar esta paisagem, por morar relativamente perto do local que tanto me fez feliz, mas onde também sofri as desventuras de uma estudante "desterrada".
Não consigo expressar por palavras o amor que sinto por esta cidade que não me viu nascer. :)
E visto daqui, do terraço do Espaço Porto Cruz, após uma conferência (que se realizou neste mesmo espaço), e após um dia de trabalho, sei que o Porto tem mesmo uma identidade própria.
Seria capaz de reconhecer estas paisagens mesmo que estivesse do outro lado do mundo...
Utilizo-o para expressar, na maioria das vezes a gratidão que sinto, apesar dos problemas que todos temos.
Recomendo aos meus pacientes que escrevam um diário de gratidão, que se foquem nas coisas boas e positivas que aconteceram durante o dia, por mais insignificantes que pareçam. Ao fim de uma semana, reler esse diário produz, na maior parte das vezes, alívio imediato.
Neste post quero partilhar a gratidão imensa que sinto por poder apreciar esta paisagem, por morar relativamente perto do local que tanto me fez feliz, mas onde também sofri as desventuras de uma estudante "desterrada".
Não consigo expressar por palavras o amor que sinto por esta cidade que não me viu nascer. :)
E visto daqui, do terraço do Espaço Porto Cruz, após uma conferência (que se realizou neste mesmo espaço), e após um dia de trabalho, sei que o Porto tem mesmo uma identidade própria.
Seria capaz de reconhecer estas paisagens mesmo que estivesse do outro lado do mundo...
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
O Poder da Gratidão
"Nunca deixes que as coisas que tu queres te façam esquecer do que já tens"!
A gratidão é um dos sentimentos, se é que lhe podemos chamar assim (eu chamo porque sinto-a como sinto o amor, a alegria, a amizade...), mais importantes para a manutenção do nosso bem estar emocional.
Se nos sentirmos gratos pelo que temos, veremos que, se calhar, não precisamos de muito mais para sermos felizes. E acredito, que a gratidão pelo que temos atrairá até nós tudo com que sonhamos.
Este pensamento parece uma utopia, mas na realidade, quantas vezes nos sentimos gratos por termos alimentos à mesa, por termos um tecto onde nos abrigarmos, por termos um amigo com quem falar, por termos água e electricidade, por termos um meio de transporte que nos leva onde queremos, por termos saúde, por podermos caminhar, por termos a possibilidade de gerirmos as nossas vidas?
Claro que os tempos actuais criaram uma espécie de Depressão Colectiva, e todos temos motivos válidos para estarmos preocupados. Mas relembrando alturas menos boas da vida, consigo identificar em praticamente todas elas, algo para agradecer. Nem que tenha sido apenas por ter tido a oportunidade de aprender a pensar positivamente e a deixar de dar tanta importância a coisas de que gosto, mas que sei que não são o que me faz realmente feliz.
Deixo um exercício:
Façam uma lista de tudo que vos deixa felizes.
Vão ficar surpreendidos com os resultados.
Vão ver que têm muitas coisas pelas quais se devem sentir gratos...
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Imagine, Believe, Achieve!
- Defina Objetivos (pense no que realmente gostaria de fazer, ter ou ser - serve para quem quer perder peso também, principalmente se for como eu, que me "alimento emocionalmente")- Quando definir esses objetivos defina-os como se não existisse qualquer restrição para a sua concretização. Se outros conseguiram coisas impensáveis, porque não havemos de o conseguir também???
A isso chama-se acreditar!
- Não confunda a definição de objetivos com o "sonhar acordado", nem desista à primeira dificuldade.
- Não se acomode se não se sente feliz.
- Procure ajuda se necessário.
- Faça um plano, por escrito, das tarefas que necessita concretizar para realizar os seus objetivos.
- Sinta-se como o gestor de uma grande empresa, de uma grande empreitada, que é nada mais, nada menos, do que a sua própria vida!
- Trabalhe para cada tarefa com confiança e fé.
- Recompense-se por cada êxito alcançado.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Catita Illustrations - Cool Gifts for Cool Kids
Todos os dias penso que, mais grave do que a crise económica que o nosso País atravessa, estamos a passar por uma crise emocional profunda.
Tudo o que ouvimos na televisão ou lemos nos jornais é assustador. Tão assustador que se torna no principal motivo, na principal razão justificável para nos acomodarmos, para nos amedrontarmos, para deixarmos de sonhar, de ter projectos novos ou traçarmos objectivos de vida ( e também por mim falo!).
Quando alguém se atreve a ter uma ideia para um negócio novo, uma ideia diferente, o que ouve? Palavras de encorajamento? Longe disso... é mais "tem cuidado...não é altura para arriscar!". As pessoas, na realidade estão sinceramente a ser nossas amigas; também elas não arriscam. Para quê?
Só que existe um grande problema e digam lá se não é verdade: quando foi a última vez que ouviram alguém dizer: "Arrisca sem medo. Esta é mesmo a altura económica ideal para te lançares num novo projecto!".
Eu não me lembro, desde que tenho memória, de ter ouvido tal conselho...
O poder das palavras é surpreendente.
Felizmente existem excepções!
Uma delas é a Rita Sousa, que pegou no seu grande talento para criar o que se está a tornar num também grande sucesso!
Numa fase difícil resolveu arriscar. Resultado: faz o que gosta e não tem mãos a medir com as muitas encomendas que recebe.
Gosto de referir e seguir estes exemplos na minha própria vida.
Acreditar que nem tudo é mau, que as coisas às vezes podem mesmo correr bem. Que todos temos oportunidades na vida se encararmos as situações com optimismo, mas principalmente, com vontade de AGIR.
Afinal "Não existem fracassos, apenas resultados".
Vejam e confirmem:
www.catitaillustrations.com
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Marquei uma consulta de Psicologia...e agora??
Pela minha experiência, quando alguém vai a uma consulta de Psicologia pela primeira vez, nunca sabe muito bem o que esperar. O "medo" do desconhecido é natural, até porque, à priori, a pessoa que procura ajuda, já está ansiosa e preocupada com o seu problema. Embora tenha pacientes que já foram consultados por outros colegas, a maioria são pessoas que nunca tinham ido ao psicólogo.
Ora bem, desmistificando um pouco o assunto, a primeira consulta serve, essencialmente para identificar o ou os problemas, saber onde e quando aquele problema começou, ou seja, há quanto tempo perturba a vida da pessoa. Também é importante percebermos qual a ideia que o paciente tem acerca do problema e o que já fez para o tentar resolver.
Conversamos também sobre os vários aspectos da vida do paciente, tais como, o trabalho, os interesses, os tempos livres, as relaçoes familiares, as relações amorosas, antecedentes clinicos ou psiquiatricos e medicação que toma actualmente.
No final da sessão, podemos então definir um diagnóstico e traçar os objectivos terapeuticos em conjunto com o paciente, podendo estimar, nessa altura, o número provável de sessões que serão necessárias até que o paciente termine o tratamento e tenha alta.
Caso o psicólogo tenha ficado com dúvidas relativamente ao diagnóstico, pode marcar uma outra sessão para aplicação de provas de avaliação psicológica.
Também ocorrem situações, em que as pessoas buscam apenas um conselho sobre uma situação específica e, em apenas uma sessão, conseguimos resolver o problema identificado.
Este post refere-se a sessões de psicoterapia com jovens e adultos a nível individual.
Quando se trata de crianças, terapia de casal ou terapia familiar, os procedimentos são diferentes.
Ora bem, desmistificando um pouco o assunto, a primeira consulta serve, essencialmente para identificar o ou os problemas, saber onde e quando aquele problema começou, ou seja, há quanto tempo perturba a vida da pessoa. Também é importante percebermos qual a ideia que o paciente tem acerca do problema e o que já fez para o tentar resolver.
Conversamos também sobre os vários aspectos da vida do paciente, tais como, o trabalho, os interesses, os tempos livres, as relaçoes familiares, as relações amorosas, antecedentes clinicos ou psiquiatricos e medicação que toma actualmente.
No final da sessão, podemos então definir um diagnóstico e traçar os objectivos terapeuticos em conjunto com o paciente, podendo estimar, nessa altura, o número provável de sessões que serão necessárias até que o paciente termine o tratamento e tenha alta.
Caso o psicólogo tenha ficado com dúvidas relativamente ao diagnóstico, pode marcar uma outra sessão para aplicação de provas de avaliação psicológica.
Também ocorrem situações, em que as pessoas buscam apenas um conselho sobre uma situação específica e, em apenas uma sessão, conseguimos resolver o problema identificado.
Este post refere-se a sessões de psicoterapia com jovens e adultos a nível individual.
Quando se trata de crianças, terapia de casal ou terapia familiar, os procedimentos são diferentes.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Psicologia do bebé e da criança
Situações em que a consulta de Psicologia pode ser útil:
- avaliações do desenvolvimento infantil (psicomotor, cognitivo....)
- esclarecimento de dúvidas relacionadas com o controle de esfíncteres
- problemas relacionados com o sono (dificuldades em adormecer, pesadelos, medo de dormir sozinho...)
- divórcio dos pais
- problemas relacionados com a alimentação
- dificuldades na aprendizagem
- dificuldade em manter a atenção, concentração
- problemas de comportamento (comportamento de oposição, birras...)
- luto
- fobias
- tristeza
- dificuldades no relacionamento interpessoal
- problemas relacionados com a auto-estima
-etc.
Se o seu filho apresentar algum destes problemas,e notar diferenças no comportamento (perda de apetite, maior apatia...), aconselhe-se com um especialista. Mais vale prevenir...
- avaliações do desenvolvimento infantil (psicomotor, cognitivo....)
- esclarecimento de dúvidas relacionadas com o controle de esfíncteres
- problemas relacionados com o sono (dificuldades em adormecer, pesadelos, medo de dormir sozinho...)
- divórcio dos pais
- problemas relacionados com a alimentação
- dificuldades na aprendizagem
- dificuldade em manter a atenção, concentração
- problemas de comportamento (comportamento de oposição, birras...)
- luto
- fobias
- tristeza
- dificuldades no relacionamento interpessoal
- problemas relacionados com a auto-estima
-etc.
Se o seu filho apresentar algum destes problemas,e notar diferenças no comportamento (perda de apetite, maior apatia...), aconselhe-se com um especialista. Mais vale prevenir...
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Dia Mundial da Saúde Mental
Na semana passada assinalou-se o Dia Mundial da Saúde Mental.
Apesar de, atualmente termos uma maior acesso à informação, os portugueses continuam a descurar os problemas relacionados com a psique.
Devido à conjetura atual, este facto não é de estranhar. Apesar de parte do meu rendimento passar pelas consultas de Psicologia no privado, como compreendo as pessoas… se às vezes vamos adiando a ida ao dentista porque “é só uma dor de dentes”, para podermos poupar algum dinheiro em meses mais complicados…
Infelizmente, o Estado aposta cada vez menos nesta área, apesar do número assustador das vendas de antidepressivos em Portugal durante este ano.
Conheço algumas pessoas que estão à espera de uma consulta de Psicologia no Hospital, há mais de 7 meses.
Os hospitais despediram psicólogos este ano. Alguns hospitais públicos trabalham com um psicólogo ou dois, no máximo.
Nas escolas, pondera-se despedir os psicólogos (como já aconteceu em muitas delas) e colocar os professores a realizarem as avaliações psicológicas/ orientação escolar: ahahahahah
Com todo o respeito que me merecem os professores (o meu marido é professor), isto só pode ser uma brincadeira! Esta situação tem vários fatores indicadores de insucesso:
- a falta de formação
- a ilegalidade (apenas psicólogos podem realizar avaliações psicológicas)
- a relação estabelecida com alunos não é tao neutra quanto seria desejável.
Estas são apenas algumas das situações flagrantes que ocorrem no nosso País. Por mais que a Ordem dos Psicólogos tente negociar alternativas, não vislumbro um futuro melhor, já que este passaria, principalmente, pela PREVENÇÃO dos problemas de saúde mental.
Sei que um tratamento de psicologia fica bastante caro, mas a ideia da maioria das pessoas é que são precisos vários meses. Isto não é necessariamente verdade...dependendo da maneira como cada um (psicologo e paciente) se empenharem no processo terapeutico. Não descure a sua saude, tanto fisica como psicologica/mental.
Gostava de transformar este blogue, como já disse anteriormente, num espaço facilitador e de ajuda à população. Se tiverem alguma dúvida relacionada com a área da Psicologia, por favor, estejam à vontade para a colocarem aqui.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Experiência profissional
Várias pessoas me têm questionado, em contexto de clínica acerca da minha experiência profissional. Tal facto deve-se, sobretudo, a algo que se chama "desconfiar de quem aparenta ser jovem..."
É verdade, em algumas profissões a idade continua a ser um posto e eu tenho a "desvantagem" de ainda parecer uns anitos mais nova do que de facto sou.
Para esclarecer as dúvidas relativas a questões de experiencia profissional, aqui vai um ligeiro resumo do percurso que tenho percorrido desde o fim da Licenciatura (pré-bolonha):
Iniciei o meu percurso profissional como todas as pessoas com o estágio da Universidade. O meu estágio académico foi realizado, durante um ano lectivo, na APPDA-Norte (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo), com crianças autistas. Devo muito à minha colega de estagio, Elizabete e, principalmente, à minha super orientadora Patricia. Graças a ela percebi o quão gratificantes são os pequenos ganhos do dia-a-dia e que, na nossa profissão, não podemos desanimar com os retrocessos que vão ocorrendo. Também graças a ela acabei o estágio com média de 19 valores. Isto em 2005.
Em 2006 tive a oportunidade de realizar um estagio profissional na Santa Casa da Misericórdia de São Joao da Madeira, nas valências de Lar de Idosos e Casa de Repouso que concluí com a classificação final de Muito Bom.
Desde então, que permaneço nesta IPSS, que me tem acolhido e ajudado a crescer como ser humano e profissional. Actualmente desempenho funções de psicóloga nas valencias de Centro de Dia, Lar de Idosos e Unidade de Cuidados Continuados, mas também já trabalhei tres anos nas valencias da Infancia (creche e infantários). Já orientei estágios de várias Universidades, tanto públicas como privadas.
Dou formação em àreas distintas da Psicologia.
Participei e participo em estudos de caracter cientifico.
Sou, desde 2009, membro da comissão cientifica da Revista Peritia-Revista Portuguesa de Psicologia.
Tenho escrito artigos de carácter cientico para publicação.
Desde 2011 descobri uma ocupação profissional que, servindo como part-time, me faz sentir ainda mais valorizada como Psicóloga: a clínica privada. Desde Junho do ano passado que dou consultas na Clinica Jardins do Castelo em Santa Maria da Feira. E gosto muito de o fazer. Inicialmente achava que já tinha o tempo demasiado ocupado com tudo o resto, mas sinto-me bem assim.
Adoro trabalhar.
E sim, é possível conciliar uma genda cheia de trabalho com uma familia.
Apesar de cismar que tenho de ser capaz de fazer tudo e nem empregada termos em casa (como a maioria dos portugueses), a prioridade é o nosso filho. E aproveitarmos ao máximo todos os minutos que estamos em casa. E brincarmos com ele. E deitarmo-nos tarde porque só arrumamos a cozinha depois de o por na cama, por exemplo. E adiar consultas se houver festinhas na escola.
Sinceramente... tudo isto (esta sobrecarga) começou por necessidade, mas tornou-se um gosto, uma vontade de querer fazer cada vez melhor e de nunca ter parado de estudar, até hoje, apesar do cansaço.
Obrigada a toda a minha família, principalmente, que é por causa deles e por eles que hoje não me sinto cansada, mas sim grata por tudo o que consegui fazer.
É verdade, em algumas profissões a idade continua a ser um posto e eu tenho a "desvantagem" de ainda parecer uns anitos mais nova do que de facto sou.
Para esclarecer as dúvidas relativas a questões de experiencia profissional, aqui vai um ligeiro resumo do percurso que tenho percorrido desde o fim da Licenciatura (pré-bolonha):
Iniciei o meu percurso profissional como todas as pessoas com o estágio da Universidade. O meu estágio académico foi realizado, durante um ano lectivo, na APPDA-Norte (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo), com crianças autistas. Devo muito à minha colega de estagio, Elizabete e, principalmente, à minha super orientadora Patricia. Graças a ela percebi o quão gratificantes são os pequenos ganhos do dia-a-dia e que, na nossa profissão, não podemos desanimar com os retrocessos que vão ocorrendo. Também graças a ela acabei o estágio com média de 19 valores. Isto em 2005.
Em 2006 tive a oportunidade de realizar um estagio profissional na Santa Casa da Misericórdia de São Joao da Madeira, nas valências de Lar de Idosos e Casa de Repouso que concluí com a classificação final de Muito Bom.
Desde então, que permaneço nesta IPSS, que me tem acolhido e ajudado a crescer como ser humano e profissional. Actualmente desempenho funções de psicóloga nas valencias de Centro de Dia, Lar de Idosos e Unidade de Cuidados Continuados, mas também já trabalhei tres anos nas valencias da Infancia (creche e infantários). Já orientei estágios de várias Universidades, tanto públicas como privadas.
Dou formação em àreas distintas da Psicologia.
Participei e participo em estudos de caracter cientifico.
Sou, desde 2009, membro da comissão cientifica da Revista Peritia-Revista Portuguesa de Psicologia.
Tenho escrito artigos de carácter cientico para publicação.
Desde 2011 descobri uma ocupação profissional que, servindo como part-time, me faz sentir ainda mais valorizada como Psicóloga: a clínica privada. Desde Junho do ano passado que dou consultas na Clinica Jardins do Castelo em Santa Maria da Feira. E gosto muito de o fazer. Inicialmente achava que já tinha o tempo demasiado ocupado com tudo o resto, mas sinto-me bem assim.
Adoro trabalhar.
E sim, é possível conciliar uma genda cheia de trabalho com uma familia.
Apesar de cismar que tenho de ser capaz de fazer tudo e nem empregada termos em casa (como a maioria dos portugueses), a prioridade é o nosso filho. E aproveitarmos ao máximo todos os minutos que estamos em casa. E brincarmos com ele. E deitarmo-nos tarde porque só arrumamos a cozinha depois de o por na cama, por exemplo. E adiar consultas se houver festinhas na escola.
Sinceramente... tudo isto (esta sobrecarga) começou por necessidade, mas tornou-se um gosto, uma vontade de querer fazer cada vez melhor e de nunca ter parado de estudar, até hoje, apesar do cansaço.
Obrigada a toda a minha família, principalmente, que é por causa deles e por eles que hoje não me sinto cansada, mas sim grata por tudo o que consegui fazer.
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